"A compaixão pelos animais está intimamente ligada à bondade de caráter e pode ser seguramente afirmado, que quem é cruel com os animais, não pode ser um bom homem." (Arthur Schopenhauer)
Amigo
"Amigo não se compra, se adota".
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segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Dia de São Francisco de Assis - Dia dos Animais
História
(resumo)
No dia 4 de outubro celebramos São Francisco de Assis, que
nasceu na cidade de Assis, na Itália, em 1181 (ou 1182). Filho de um rico
comerciante de tecidos, Francisco tirou todos os proveitos de sua condição
social vivendo entre os amigos boêmios.
Tentou, como o pai, seguir a carreira de comerciante, mas a
tentativa foi em vão.
Sonhou então, com as honras militares. Aos vinte anos
alistou-se no exército de Gualtieri de Brienne que combatia pelo papa, mas em
Spoleto teve um sonho revelador: Foi convidado a trabalhar para "o Patrão
e não para o servo".
Suas revelações não parariam por aí. Em Assis, o santo
dedicou-se ao serviço de doentes e pobres. Um dia do outono de 1205, enquanto
rezava na igrejinha de São Damião, ouviu a imagem de Cristo lhe dizer:
"Francisco, restaura minha casa decadente".
O chamado, ainda pouco claro para São Francisco, foi tomado
no sentido literal e o santo vendeu as mercadorias da loja do pai para
restaurar a igrejinha. Como resultado, o pai de São Francisco, indignado com o
ocorrido, deserdou-o.
Com a renúncia definitiva aos bens materiais paternos, São
Francisco deu início à sua vida religiosa, "unindo-se à Irmã
Pobreza".
A Ordem dos Frades Menores teve início com a autorização do
papa Inocêncio III e Francisco e onze companheiros tornaram-se pregadores
itinerantes, levando Cristo ao povo com simplicidade e humildade.
O trabalho foi tão bem realizado que, por toda Itália, os
irmãos chamavam o povo à fé e à penitência. A sede da Ordem, localizada na
capela de Porciúncula de Santa Maria dos Anjos, próxima a Assis, estava
superlotada de candidatos ao sacerdócio. Para suprir a necessidade do espaço,
foi aberto outro convento em Bolonha.
Um fato interessante entre os pregadores itinerantes foi que
poucos, dentre eles, tomaram as ordens sacras. São Francisco de Assis, por
exemplo, nunca foi sacerdote.
Em 1212, São Francisco fundou com sua fiel amiga Santa
Clara, a Ordem das Damas Pobres ou Clarissas. Já em 1217, o movimento
franciscano começou a se desenvolver como uma ordem religiosa. E como já havia
ocorrido anteriormente, o número de membros era tão grande que foi necessária a
criação de províncias que se encaminharam por toda a Itália e para fora dela,
chegando inclusive à Inglaterra.
Sua devoção a Deus não se resumiria em sacrifícios, mas
também em dores e chagas. Enquanto pregava no Monte Alverne, nos Apeninos, em
1224, apareceram-lhe no corpo as cinco chagas de Cristo, no fenômeno denominado
"estigmatização".
Os estigmas não só lhe apareceram no corpo, como foram sua
grande fonte de fraqueza física e, dois anos após o fenômeno, São Francisco de
Assis foi chamado ao Reino dos Céus.
Autor do Cântico do Irmão Sol, considerado um poeta e amante
da natureza, São Francisco foi canonizado dois anos após sua morte.
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quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Primavera
Hoje a primavera chegou! Uma estação linda, de dias ensolarados, flores e muito verde...
A vida recomeça, após meses de hibernação.
Viva a Vida! Viva a Primavera!
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quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Concurso Casais mais simpáticos
12º lugar vai para...
11º lugar vai para...
10º lugar vai para...
9º lugar vai para...
8º lugar vai para...
7º lugar vai para...
6º lugar vai para...
5º lugar vai para...
4º lugar vai para...
3º lugar vai para...
2º lugar vai para...
E o 1º lugar vai para...
Por que se preocupar com algumas rugas?
Ame a todo momento, todos os dias, de todas as formas e maneiras, de qualquer jeito, em todo lugar, sem culpas, sem pudores, sem reconceitos, sem tabus, sem vergonha... Só ame.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando se vê, já é sexta-feira...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê, perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê, já passaram-se 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado.
Se me fosse dado, um dia, outra oportunidade, eu nem olharia o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando, pelo caminho, a casca dourada e inútil das horas.
Desta forma, eu digo:
Não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo, pois a única falta que terá será desse tempo que infelizmente não voltará mais.
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quarta-feira, 23 de junho de 2010
SENHOR DE TODAS AS VIDAS
*Vida Após a Morte dos Animais*
(Wagner Borges)
Enquanto eu meditava, preparando-me espiritualmente para realizar uma aula para o grupo de estudos e assistência espiritual do IPPB, entrou no quarto um cachorro desencarnado, brincando, latindo e batendo o rabo alegremente. Percebia o animal pelas vias da clarividência, de olhos fechados, diretamente na tela mental frontal interna (correspondente à área de ação do chacra frontal).
O cão era um vira-lata normal, adulto, de pelo castanho-claro (mais claro do que castanho), muito alegre e ativo. Ele olhava para alguém à frente, que eu não via, com o qual ele brincava e corria em torno. Contudo, mesmo sem ver a entidade extrafísica no ambiente, eu sentia sua presença tranqüila e amistosa.
Admirado com a alegria do animal, morto na Terra, mas vivo em espírito, cheio de animação, pensei: "Alguém deve estar chorando a perda desse animal. Do jeitinho alegre que ele é, deve estar fazendo muita falta para os seus donos e entes-queridos. "
Então, o espírito em frente se comunicou telepaticamente comigo e me disse o seguinte: "O nome dele é Terry. E ele está muito bem tratado aqui!" Nesse instante, o meu chacra frontal pulsou, cheio de luz branquinha fluorescente e eu o vi também. Era um homem alto, de cabelos pretos muito grandes, à moda indígena da América do Norte. Estava vestido de calça lisa marrom-claro, com uma camisa esporte, tipo pólo (por dentro da calça). O cinto era preto. Seus olhos eram bem pretos, brilhantes, e a pele bem moreno-avermelhada. No conjunto, ele mais parecia um mestiço de branco com índio americano, moderno no jeito, mas com uma certa atmosfera ancestral xamânica. Ele me olhou e riu e na seqüência pegou o cão no colo. O animal se mexia feliz junto dele, tentando lambê-lo todo tempo. Em torno dele havia uma aura amarelo-suave, que irradiava uma atmosfera de segurança e tranqüilidade à sua volta.
Enquanto acariciava o animal em seu colo, ele me olhou firmemente e com simpatia e me disse:
Enquanto acariciava o animal em seu colo, ele me olhou firmemente e com simpatia e me disse:
"Já que você fala das coisas do espírito para os homens encarnados na Terra, então diga-lhes que até mesmo os animais têm assistência espiritual após o desenlace da matéria. Eles são cuidados e afagados com muito carinho. Há grupos de auxiliares astrais que cuidam especificamente deles em seus períodos extrafísicos. São espíritos dedicados ao bem-estar desses nossos irmãos menores na Natureza.
E mais: peça aqueles que gostam dos animais, que orem na sintonia desses benfeitores invisíveis; para que eles se associem sutilmente com eles, em espírito, na mesma bondade e amor por esses serzinhos tão queridos. Nenhuma criatura é abandonada pelo Grande Espírito.
O Seu Amor é para todos!
O Seu Amor é para todos!
A Sua Luz anima todas as luzes e seres.
Para Ele, todos são iguais na Natureza.
Homens e animais, vegetais e minerais, todos são Seus filhos.
Que aqueles que sofrem com a perda temporária de seu bichinho amado, seja ele qual for, rezem ao Grande Espírito, para confortar seus corações. Mas, que saibam, também, que há outros seres que amam os seus bichinhos, que seguirão cuidando deles nesse imenso universo do Grande Espírito, cheio de vida, em todos os planos.
Que aqueles que sofrem com a perda temporária de seu bichinho amado, seja ele qual for, rezem ao Grande Espírito, para confortar seus corações. Mas, que saibam, também, que há outros seres que amam os seus bichinhos, que seguirão cuidando deles nesse imenso universo do Grande Espírito, cheio de vida, em todos os planos.
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sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
O escritor Mark Twain foi um dos precursores do movimento de defesa animal nos EUA
Por Lobo Pasolini (da Redação)
Shelley Fisher Fishkin, professora da Universidade de Stanford, diz que o escritor Mark Twain, nascido nos Estados Unidos, autor de clássicos como As Aventuras de Tom Sawyer (1876), foi o primeiro americano proeminente a dar seu apoio como figura pública ao movimento de defesa dos direitos animais.
Em seu novo livro, Mark Twain’s Book of Animals (tradução livre: O Livro de Animais de Mark Twain), Fishkin examina como o fascínio de Twain por animais, e seu trabalho de defesa por eles, se revela em muitos dos seus trabalhos.
O livro inclui uma ampla coletânea do trabalho de Twain, entre contos, crônicas de viagem e cartas privadas. Também inclui a famosa polêmica que Twain escreveu contra vivissecção que mais tarde foi usada como um manifesto pelos antivivissecionistas mundo afora.
Segundo a autora, no trabalhos incluídos em seu livro “nós vemos o lado mais lúdico e filosófico de Twain, o mais sentimental e sarcástico. Nós o vemos se divertindo e pulsando com raiva”.
Dos animais referenciados por Twain estão os cães, gatos, cavalos e pássaros e também ornitorrinco, martim-pescador e moscas-tsé-tsé. Gatos pareciam ser seus animais favoritos. Ele os admirava por sua independência e pelo fato de que eles eram os únicos animais que conseguiam ludibiar o chicote humano.
Twain se recusava a colocar o humano no ápice da criação. Ao contrário, Twain classificava o ser humano como “o animal mais baixo. O homem é o animal cujo rosto cora de vergonha. Ele é o único que o faz ou tem motivo para o fazer”.
Twain escreve sobre crueldade com animais em vários contextos, criticando por exemplo a insensibilidade na exploração de animais em esporte ou entretenimento. Twain pode ter sido o primeiro americano a chamar atenção para a brutalidade das rinhas de galo, que ele descreve em detalhes gráficos.
Ele também expressou desprezo pela caça e escreveu apaixonadamente contra touradas no pequeno romance A Horse’s Tale (Estória de um Cavalo). Ele também escreveu um perfil do fundador da ASPCA, Henry Bergh, um ano após a fundação da organização, no qual ele testemunhou e relatou o protesto que Bergh fez contra o gerente de um teatro sobre o modo como o animal era tratado em uma peça.
Mas de todas as formas de crueldade animal contra as quais Twain se manifestou, foi contra a vivissecção que ele teve mais impacto e pela qual ele é lembrado em seu ativismo pelos animais.
Fonte: www.anda.jor.br
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